Acordar, olhar no espelho e gostar da imagem que vê todos os dias não é fácil. Tem sempre aqueles dias em que a própria imagem não agrada, parece que nada está certo e nem a melhor maquilagem te consegue deixar satisfeita com a aparência.
Ter um ou outro dia sem conseguir se dar bem com o corpo é normal. Mas é importante ter a certeza de que seu corpo é seu bem mais precioso, e deve ganhar, todos os dias, seu merecido valor.
Até as celebridades, sempre lindas e deslumbrantes, já passaram por questionamentos de auto-imagem. E elas ensinam que é preciso ter consciência de que ser bonita não significa ser perfeita. Toda mulher tem sua beleza e só precisa aprender a se amar ainda mais.
Veja quinze mantras inspiradores ditos pelas famosas que podem te ajudar a ficar de bem com seu corpo toda manhã:
1. Gisele Bundchen, modelo
“Nossas imperfeições são o que fazem de nós mulheres únicas e bonitas.”

2. America Ferrera, atriz
“Quanto tempo eu já perdi com dietas e com a minha aparência? Pegue seu tempo e seu talento e descubra como você pode contribuir com o mundo. E supere o que quer que seu bumbum fique parecendo naquela calça jeans.”

3. Gabourey Sidibe, atriz
“Um dia eu decidi que eu era bonita, então comecei a viver a minha vida como se eu fosse uma menina bonita. Eu uso as cores que eu gosto, a maquiagem que faz com que eu me sinta bonita e isso ajuda muito. Não tem nada a ver com o jeito que o mundo te vê. O que importa é o que você vê.”

4. Cristiana Oliveira, atriz
“No imaginário feminino, o desejo do homem está ligado a um bumbum perfeito, uma barriga sequinha, um peito bonito. Mas, no fundo, tudo é uma ficção.”

5. Jamie Lee Curtis, atriz
“Quanto mais eu gosto de mim, menos eu tenho vontade de ser outras pessoas”

6. Amy Poehler, atriz
“Quando o demônio começa a querer falar mal de mim na minha cabeça, eu viro e falo ‘Hey. Calma aí. Amy é minha amiga. Não fale assim dela’. Se impor por nós mesmas do mesmo jeito que faríamos por nossas amigas é uma coisa difícil mas muito satisfatória de fazer.”

7. Luiza Brunet, modelo
“Tem coisas no meu corpo que não estão mais do mesmo jeito, mas tudo bem. Acho que a mulher madura é tão interessante… Te dá um poder.”

8. Rihanna, cantora
“Ser tamanho 34 por si só já é uma carreira, e a gente não deveria tentar ser assim. Não é realista e não é saudável.”

9. Drew Barrymore, atriz
“Deus me fez voluptuosa, então por que eu tentaria ir contra o que ele decidiu para mim? Meus membros funcionam, então eu não vou reclamar sobre as formas do meu corpo.”
10. Leandra Leal, atriz
“Eu nunca ia querer voltar à adolescência! Putz, Deus me livre. Eu me achava horrível, tinha vários problemas… em me aceitar, sabe? De não gostar de muitas coisas. Hoje eu acho linda a imagem do corpo humano.”
11. Kate Hudson, atriz
“Eu estou muito confortável com meu corpo. Eu sou imperfeita. As imperfeições estão aí. As pessoas vão ver. Mas eu prefiro pensar que a gente só vive uma vez.”
12. Kim Kardashian, estrela de reality show
“Eu posso ter um pouco de celulite. Eu posso não ser toda bronzeada. Eu posso ter problemas nessa área ou naquela. Mas aceitar isso é o que me dá poder.”
13. Taís Araújo, atriz
“Minha cabeça e meu corpo mudaram muito depois da gravidez. Hoje acho bonito ter curva, é mais feminino. Antes preferia ‘shape’ de modelo. Mas a maturidade faz você gostar de como você é. Eu nunca vou ser a Gisele Bündchen, temos origens diferentes. Eu sou isso: tenho cintura fina, bunda grande, sou negra. Não é questão de resignação, é de aceitação – e de ser feliz com isso.”
14. Fergie, cantora
“Eu aprendi a amar ainda mais o meu corpo quando estava com uns quilinhos a mais. Minha dica é: foque na parte que você gosta mais.”
15. Sofia Vergara, atriz
“Confiança é sexy! Eu estou bem com meu corpo e não tenho vergonha disso.”
TU és TU e nós adoramos-te por isso! …vá… MEXE-TE! 😘






"Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos..."

O QUE NUNCA DEVEMOS MUDAR EM NÓS...

O QUE NUNCA DEVEMOS MUDAR EM NÓS...
O QUE NUNCA DEVEMOS MUDAR EM NÓS...

Toda a gente nos diz que estamos em tempo de mudança. É verdade. E podemos mudar de tudo: de clube, de visual, de religião, de casa, de sentimentos e de vida, de opinião, de alimentação e de gel de banho, de carro e de planos, de partido, de marido, e até de nome. Podemos mudar quem somos, e podemos mesmo mudar quem fomos. Mas há aspetos da nossa vida onde talvez não convenha mexer muito:

OS OUTROS

É a primeira coisa que não se deve mudar, não porque não se queira, não porque, muitas vezes, não fosse desejável, mas simplesmente porque os outros não mudam ou não mudam só porque nós queremos. Se já está a pensar ter uma conversa do tipo ‘ai ó Zé Manel, tu é que podias aproveitar esta época de mudança para aprenderes a ser mais arrumadinho e a passear o cão todas as noites’, esqueça. Ainda você vai a meio e já o Zé Manel desligou e está a pensar no resultado do último jogo Setubalense-Carcavelinhos. Portanto, não podemos mudar os outros. E aceitar que não podemos, sempre é uma frustração a menos na vida.

O QUE ESTÁ BEM

É verdade que às vezes é difícil distinguir o que está bem, sendo que parece estar tudo mal, ou, na melhor das hipóteses, mais ou menos, mas não caia na armadilha de desatar a deitar tudo fora porque estamos em tempo de mudança. Há coisas que importa manter, sim, nem sempre se evolui só porque se muda. Portanto, antes de deitar fora a camisola vermelha, bater a porta ao chefe, ou trocar de carro, pense se está mesmo a pensar pela sua cabeça ou pelos que dizem que deve mudar. Siga o sábio conselho de Lincoln: “Nunca se deve mudar de cavalo a meio do rio.”

O QUE NOS CONFORTA

Desde que não magoe ninguém e principalmente se não nos magoar a nós mesmos, toda a gente tem direito aos seus aconchegos, como diriam os brasileiros. Lugar-comum: temos de sair da zona de conforto. Primeiro, quem diz que temos? Segundo, quem diz que temos de sair da zona de conforto geralmente são os que estão bem aconchegados na sua e não tencionam de maneira nenhuma arrancar-se de lá. Em terceiro, sair da zona de conforto não implica necessariamente desatar a correr e nunca mais voltar. Aliás, quanto mais se sai da zona de conforto, mais precisamos de manter alguns dos velhos confortos familiares para onde regressar. Por isso, não deixe todos os vícios ao mesmo tempo. E cuidado com os lugares-comuns.

DE DEFEITOS

Antes éramos ligeiramente psicóticas e obcecadas com ladrões e com baratas, chateávamos o marido para não deixar os copos na mesa de apoio, as crianças para fazerem os trabalhos e a sogra porque não tem nada que se meter na nossa vida. Agora somos angustiadas, impacientes e acreditamos no fim do mundo (até acreditamos que já aconteceu e ninguém deu por nada, ou mesmo que acontece todos os dias). Enfim, mudar de defeitos sempre serve para não cair na rotina, mas a ideia era ficar ligeiramente melhor e não ligeiramente na mesma...

DE ALICERCES

Cada pessoa tem os seus pilares, aquilo que nos faz acordar todas as manhãs e não voltar para a cama. O que é que nos anima? A família, a melhor amiga, o cão? O sol, o chocolate, o Facebook? O trabalho, as almofadas, um banho quente? Namorar, experimentar uma receita nova, apanhar ar e respirar fundo, falar com o nosso sobrinho preferido? A possibilidade de fazer alguém feliz? O simples sentimento de que somos capazes de aguentar tudo, com uma pequena ajuda dos amigos? Mesmo com a crise nos calcanhares, há tantas maneiras de continuar a ser feliz!

O QUE OS OUTROS QUEREM

Devias ser mais prática, mais magra e mais arranjada. Devias ser menos egoísta, distraída e tímida. Hmmm. Sério? Pois se calhar até devíamos. Acontece que quem manda na nossa vida somos nós. Agradeça os ‘conselhos’ (até pode ser útil tentar seguir algum, nunca se sabe o que podemos aprender com os nossos inimigos), mas mantenha as rédeas da carroça. Enfim, não é uma imagem glamourosa mas ilustra bem a necessidade de estarmos aos comandos do nosso destino. Ou seja, como nos dizem os gurus do autodesenvolvimento, o verdadeiro crescimento não depende de mudarmos aquilo que somos, mas de desenvolvermos aquilo que temos de melhor.

DE ORIGINALIDADE

Fala-se muito da diferença e da necessidade de sermos todos únicos, mas o ideal da sociedade é que sejamos todos iguais, até pela velha lógica capitalista: só criando necessidades iguais se pode vender em massa. De qualquer maneira, com ou sem lógica capitalista, é aquilo que nos distingue que nos torna valiosos. Por isso, continue a acarinhar as suas diferenças: desenvolva os seus dotes, deixe de se vestir para agradar aos outros, passe menos tempo a pensar naquilo que os outros pensam e mais concentrada nas suas emoções, e desenvolva a capacidade de pensar pela sua cabeça (o que é diferente de remar sempre contra a maré).

O QUE NÃO PODEMOS

Pois, esta é óbvia... Como diziam os nossos sábios antepassados, o que não tem remédio remediado está. O que os mestres zen nos dizem é que, se não podemos mudar o que de facto não podemos, pelo menos podemos mudar a nossa forma de olhar para as coisas. Se não for mestre zen, parece dar demasiado trabalho para ser verdade, além de nos parecer ligeiramente perigoso. Mas podemos pelo menos tentar duas coisas: uma, mudar de sonho. Duas, mudar de atitude. Imagine que quer ser a maior cantora que jamais existiu. Se ficar deitada na cama a sonhar, é pouco provável que se torne sequer a maior pessoa a ter feito uma cama. Temos de começar por algum lado. Se já começou e já percebeu que nunca, por mais que treine, há de ser a maior cantora do mundo, que tal sonhar um sonho mais realista? Às vezes, tudo passa por ir à volta do calhau...

ARTIGO POR CATARINA FONSECA

O PODER DA MENTE...

O PODER DA MENTE...
O PODER DA MENTE...

Artigo por Cristina Belo


A ideia de que a mente domina tudo e a racionalidade lidera o caminho da realização e bem-estar é obsoleta. Hoje fala-se, sim, do poder da consciência. Como se conquista é matéria de uma vida que vale a pena ser vivida.

Já se apercebeu, com certeza, que há pessoas altamente intelectualizadas mas analfabetas emocionalmente. Serão felizes? Sentir-se-ão realizadas? Focar-se num objetivo e cumpri-lo pode ser muito gratificante, mas isso não significa que nos dê qualidade de vida, nem satisfação em várias áreas. O poder da consciência nasce precisamente da capacidade de integrar pensamento, sentimento e ação. Esse é o verdadeiro ciclo virtuoso dos atos de poder, assente no autoconhecimento e no desenvolvimento pessoal. Alcançar a consciência pura é conquistar o conhecimento do que somos e não apenas do temos.

Era uma vez Eu...

Um dos conceitos recorrentes de um processo psicoterapêutico é a importância de cada um conhecer e cuidar a sua própria história porque se assim não for estará condenado a repeti-la e a repetição não gera novidade nem desenvolvimento. Maria del Mar Cervantes, diretora do Centro de Psicoterapia Somática em Biossíntese, esclarece que é um longo caminho: “Levamos a vida inteira a descobrir-nos e na realidade não chegamos a lugar algum. Mas o que importa não é onde se vai, mas como e com quem se vai. Por isso, se quero ir rápido, vou sozinha, mas se quero chegar longe, vou acompanhada.” A boa notícia, segundo os budistas, é que o ser humano está programado para ser feliz. A má notícia é que o processo de desenvolvimento demora tempo. Mas a paciência e perseverança aceleram a força da mente.

Luz e sombra

Persistir é a chave. Implica desbravar o lado oculto que todas as pessoas têm e por norma escondem. É fundamental lidar com as emoções básicas (tristeza, medo, alegria, surpresa, nojo e raiva), identificá-las e assumi-las. “Em Biossíntese, defendemos a inclusão de cada uma das emoções para que o corpo se autorregule”, explica a psicóloga clínica e psicoterapeuta, “porque evitar o contacto leva a um bloqueio e, muitas vezes, a uma implosão da emoção que não é observada.” Daí que se diga que 80% das doenças são psicossomáticas, ou seja, são provocadas pelos pensamentos do doente. De resto, está comprovado que a cada emoção corresponde um órgão e o corpo ressente-se da forma como reagimos ou não aos estímulos externos. Por isso, temos de cuidar bem dele. Segundo Maria del Mar, quando há sintonia entre a alma, as emoções e o corpo, é lógico que flua muito mais energia; percebe-se uma luz que enche uma sala e basta olhar para a pessoa para sentir que está bem e exerce um magnetismo nos outros. É urgente estimular e irradiar estas ondas! É vital entrar numa espiral ascendente de autoconsciência e evolução.

Treinar a mentalização

O poder da mentalização está muito inexplorado, mas o seu potencial é enorme. Tudo o que queremos alcançar é, antes de mais, fruto do pensamento e quanto maior for a consciência do que pensamos, maior será a realização e a mudança. Carla Ferraz, instrutora de SwáSthya Yôga e formadora do Método DeRose, enuncia algumas práticas diárias para um progressivo domínio da mente:

Ao acordar e sem sair da cama, mentalize apenas um objetivo que irá executar nesse dia e prontifique-se a fazê-lo
Debaixo do chuveiro, receba a água como uma cascata purificadora, eliminando toxinas, emoções pesadas e maus humores, para desfrutar em pleno do dia
Durante uma refeição, mentalize os benefícios do alimento que ingerir, deguste com prazer e sinta a ação subtil na reposição de energias e nutrientes
O dia bombardeia-nos com milhares de dispersões mentais. Direcione o foco para o que pretende, regresse à imagem mental da sua prioridade
Antes de se deitar, sente-se de pernas cruzadas, de forma confortável, as mãos sobre o colo, uma sobre a outra em concha, e durante 5 minutos reveja mentalmente o seu dia, projetando as imagens do que realizou, das pessoas que encontrou, dos momentos felizes de realização e bem-estar
Comprometa-se a dedicar diariamente 5 minutos de balanço e mentalização, contemplando o imenso privilégio de mais um dia pleno!

COMO NOS TORNARMOS MAIS FELIZES?

COMO NOS TORNARMOS MAIS FELIZES?
A felicidade corresponde ao bom aproveitamento da vida, também chamado de "bem-estar subjectivo" ou "satisfação com a vida". Uma vida agradável nem sempre é a vida mais feliz, pois é bom viver com desafios e objectivos que nos façam manter motivados e activos.

A maioria das pessoas quer ser feliz. Felicidade foi classificada como a coisa mais importante na vida numa pesquisa mundial entre estudantes universitários. A felicidade é também desejável por outras razões. Várias investigações têm mostrado que melhora o comportamento social e alonga a vida. A felicidade é também um sinal de que as necessidades humanas estão a ser devidamente atendidas.

Dado que a felicidade é algo muito valioso, é importante considerar também os factores que nos fazem felizes e como podemos trabalhar para aumentar a felicidade individual, nacional e global. Dentro dos últimos anos temos vindo a assistir a uma maior consciência sobre a pesquisa da felicidade no cenário científico e em debates comunitários graças a pesquisas empíricas sobre a felicidade. A quantidade de artigos publicados sobre a felicidade tem vindo a aumentar constantemente. Vários milhares de artigos académicos têm estudado o assunto e os resultados da pesquisa sobre a felicidade têm sido publicados em revistas proeminentes como a Science e a Nature. Dito isto, o nosso conhecimento sobre os factores que se correlacionam com a felicidade das pessoas tem vindo a aumentar.

Mas então como nos tornamos mais felizes?

Uma das conclusões mais importantes retiradas da investigação sobre a felicidade é que existem muitas variáveis que desempenham um papel importante na felicidade das pessoas. Tanto a personalidade, como o nível de vida, ou as actividades e factores culturais têm provado ser factores significativos. Abaixo segue um breve resumo dos factores mais importantes. É importante considerar que quase todos estes estudos foram realizados em países ocidentais. Dito isto, os resultados não podem ser confiavelmente generalizados a todos os países e culturas.
Personalidade / traços psicológicos
A investigação tem dado uma ideia bastante clara que nos países desenvolvidos, os factores psicológicos - especialmente a nossa personalidade - são de longe os factores que mais influenciam a nossa felicidade. A nossa personalidade afecta o modo como sentimos, pensamos e agimos no mundo.
Existem dois tipos de personalidade que se têm demonstrado como particularmente propícios para a felicidade: a estabilidade emocional e a extroversão. As pessoas emocionalmente estáveis estão raramente preocupadas, pois elas são optimistas e se recuperam rapidamente de experiências negativas.
Quanto às pessoas extrovertidas, elas tendem a ser sociáveis, entusiasmadas e motivadas. Todas essas características têm demonstrado ter um forte efeito positivo sobre a satisfação de vida e o bem-estar. Os indivíduos que se consideram particularmente bondosos e focados também tendem a ser ligeiramente mais felizes do que a média. Em muitos estudos, foi demonstrado que a variação entre pessoas de categorias diferentes de personalidade tem uma forte correlação genética. 40 a 50% das variações de personalidade são geneticamente determinadas.
Contudo, embora a personalidade tenha essa componente congénita, existem estudos que demonstram que a nossa personalidade pode mudar ao longo da vida. Por exemplo, as mulheres tendem a tornar se mais estáveis emocionalmente há medida que vão envelhecendo.

Saúde
Muitos estudos demonstram uma forte ligação entre a saúde geral subjectiva e a felicidade. Alguns cientistas concluíram que a saúde é o segundo maior factor na determinação da felicidade, depois de personalidade. No entanto, as medidas subjectivas relacionadas com a saúde são fortemente influenciadas pelo quão optimistas ou quão pessimistas somos, e não reflectem totalmente o nosso estado de saúde "objectivo". Tem-se demostrado que as pessoas se adaptam facilmente às doenças e deficiências físicas que normalmente não tenham um impacto sobre a saúde mental.

Sexo e idade
As relações entre idade e felicidade são, em geral, fracas. Alguns estudos sugerem que as pessoas são um pouco mais felizes à medida que envelhecem. Pelo menos, até aos 70 anos de idade.
Os homens e as mulheres tendem a ser igualmente satisfeitos com sua vida na maioria dos países. Em alguns estudos, o bem-estar médio das mulheres é inferior ao masculino. As mulheres, em média, experimentam sentimentos negativos e sintomas de depressão mais frequentemente. Outros estudos sugeriram que a susceptibilidade das mulheres à depressão não pode ser explicada pelo seu histórico socioeconómico.
Talvez a diferença possa ser explicada pelas diferenças biológicas inerentes aos sexos, ou então pelas diferenças nos papéis socialmente construídos para os homens e para as mulheres. Nenhuma destas hipóteses foi confirmada ainda.

Condições de vida
Algumas investigações demonstram que, dentro de um determinado país, o nível de vida afecta 10-15% da variação entre a felicidade das pessoas. À primeira, essa percentagem pode parecer surpreendentemente baixa. Todavia, existem muitas razões pelas quais este factor possa desempenhar um papel tão pequeno. Uma delas é que a maioria das pessoas nos países desenvolvidos alcançaram um nível básico de recursos materiais para além do qual, a adição de mais recursos tem menor impacto. Segundo a teoria de Maslow, outra razão prende-se ao facto de nos países desenvolvidos, a necessidade hierárquica passar a ser bastante mais relevante - outras necessidades, como por exemplo, a auto-realização, tornam-se mais proeminentes quando as necessidades materiais e sociais são cumpridas. Outra razão apresentada explica-se pelo facto que quando o nosso nível de vida aumenta, aquilo que consideramos ser um nível de vida aceitável também aumenta.
A investigação sobre como os diferentes eventos afectam a nossa felicidade mostra que esse tipo de adaptação é muito comum. No entanto, outra razão é que as pessoas em circunstâncias mais "afortunadas" tendem a não gastar o seu tempo em actividades tão satisfatórias como os menos afortunados. Nos EUA, por exemplo, as pessoas com rendimentos elevados tendem a gastar mais tempo com trabalho e com deslocamento para o trabalho do que aqueles que ganham menos. Para ambos os grupos, o deslocamento e o trabalho estão associados com um bem-estar reduzido.

Elementos socioeconómicos
De todos os factores socioeconómicos, o desemprego tem claramente um efeito negativo sobre a felicidade. Isso leva a uma satisfação de vida menor e não envolve nenhum tipo de selectividade. O efeito negativo não é necessariamente devido ao menor rendimento dos desempregados, e parece estar mais ligado à falta de uma rede social, à autoconfiança, e ao sentimento do significado de ter uma determinada função. É possível que o efeito negativo seja menos pronunciado para o bem-estar do que para a satisfação de vida. Um exemplo é que as pessoas não levam em conta apenas a forma como elas estão satisfeitas quando elas valorizam a sua vida, levando também em conta as normas e expectativas sociais. Uma pesquisa encontrou uma forte ligação negativa entre desemprego e satisfação de vida em regiões onde as pessoas tendem a ter uma forte ética de trabalho.
As pessoas com rendimentos elevados parecem ser mais felizes do que pessoas com rendimentos diminuídos. No entanto, a ligação tende a enfraquecer na escala superior de rendimento. Tal aspecto correlaciona se muito bem com a teoria sobre diminuir a necessidade marginal. A conexão entre o rendimento monetário e a felicidade é mais forte para a satisfação de vida do que para o bem-estar. Tal como acontece com o desemprego, uma explicação razoável é que as nossas condições materiais, bem como a nossa saúde, afectam a maneira como estamos satisfeitos com nossas vidas, não apenas o quão felizes nos sentimos. Assim, será que um maior rendimento causa mais felicidade, ou a felicidade é que nos faz ganhar maiores rendimentos? A conexão entre felicidade e rendimento aplica-se nos dois sentidos. Num estudo longitudinal, os investigadores descobriram que as pessoas que eram mais felizes no início da vida obtiveram maiores rendimentos mais tarde na vida. O efeito do rendimento provavelmente também depende da forma como está a ser gasta. Um grande estudo americano não encontrou qualquer relação significativa entre o consumo pessoal e a felicidade. No entanto, os gastos com amigos e com a caridade tiveram um efeito positivo.
E relativamente à conexão entre educação e felicidade? Na maioria dos países existe uma correlação entre felicidade e nosso nível de educação. No entanto, a correlação é geralmente fraca, e depende muitas vezes das pessoas com um elevado nível de formação terem também um rendimento elevado.

Relações sociais
As relações sociais desempenham um papel importante na nossa felicidade. Num estudo com pessoas muito felizes, os pesquisadores Seligman e Diener descobriram que as boas relações sociais eram a coisa mais importante para elas. O nosso bem-estar aumenta quando passamos o tempo com os amigos - tanto pessoas introvertidas como extrovertidas ganham quantidades iguais de bem-estar nas actividades sociais.
As relações amorosas também são importantes. Por exemplo, os casados tendem a ser mais felizes do que os solteiros. No entanto, uma parte desta ligação pode basear-se num efeito de selecção. As pessoas felizes são mais propensas a encontrar um parceiro romântico e a construir uma relação satisfatória.

Actividades de lazer
As pessoas que são activas durante o seu tempo livre tendem a ser mais felizes do que pessoas que gastam o seu tempo livre de forma passiva. Para além das actividades sociais mencionadas acima, as pessoas que se envolvem com caridade são mais felizes do que a média. Por outro lado, as pessoas que passam muito tempo a assistir à televisão tendem a ser menos felizes do que a média. O exercício físico, relações sociais e sexo também têm maiores benefícios imediatos sobre a nossa felicidade do que actividades passivas como assistir televisão.

TU sabes a receita… vá… MEXE-TE!

Bons sonhos...




Bons sonhos...

"Os sonhos não determinam o lugar em que você vai estar, mas produzem a força necessária para tirá-lo do lugar em que está."

Augusto Cury

ENCONTRE O SEU VERDADEIRO EU, REINVENTE-SE E MUDE!

ENCONTRE O SEU VERDADEIRO EU, REINVENTE-SE E MUDE!
Este artigo é muito bom e dirige-se a quem está naquele "beco sem saída", acha que não é feliz mas não consegue sair do rame-rame!



ENCONTRE O SEU VERDADEIRO EU, REINVENTE-SE E MUDE!

Mesmo numa época de grande recessão económica, não devemos esquecer os nossos sonhos e, principalmente, não devemos usar a desculpa da "crise" para sairmos da nossa zona de conforto (acha que está seguro no seu emprego actual?). Mudar faz parte de uma carreira interessante, rica e intensa. Deixamos-lhe algumas ideias que o vão ajudar a encontrar o seu eu verdadeiro e novas oportunidades!

Muitas vezes damos por nós próprios presos: presos a um emprego respeitável, mas desmotivante; presos a uma empresa durante mais tempo do que tínhamos planeado; ou presos à perda de tempo que é passar os dias num emprego que é mais do que aborrecido. No entanto, por muito presos que nos econtremos, a liberdade é sempre possível. Basta sermos determinados na nossa decisão de alterar as nossas vidas e despoletar uma mudança positiva.

Conte-nos a sua história
Hermina Ibarra, escritora e consultora de gestão de carreiras, escreveu uma série de artigos para a Harvard Business Review e publicou Working Identity: Unconventional Strategies for Reinventing Your Career, um livro dedicado a ajudar os profissionais de todas as áreas a reinventar as suas carreiras. O conselho que tem para nos dar é astuto e simples: ela desafia todos aqueles que querem mudar de carreira a definirem o seu futuro, através... de uma história.

De acordo com Hermina Ibarra, se formos capazes de desenvolver a nossa história de vida, os momentos mais marcantes, a nossa infância, as nossas amizades e opções de vida, ficamos melhor preparados para uma mudança de direcção profissional ou pessoal. A narrativa do nosso passado, facilita-nos a transição para o futuro. Aliás, a razão pela qual muitas pessoas se sentem "presas" nas suas carreiras deve-se ao facto de não serem capazes de visualizar totalmente a sua própria história de vida. Assim, a história dá-nos contexto. Dá-nos significado e sentido às nossas vidas.

Digamos que o leitor é um gestor numa grande empresa. Começou a sua carreira a trabalhar na criação de publicidade, mas foi-se voltando lentamente para uma vertente mais focada no marketing e evoluiu até ao topo da carreira da sua área. Neste momento, está à procura de um emprego novo, divertido e motivante, mas não sabe exactamente qual. As coisas à sua volta mudaram muito, muitas empresas criaram novos cargos e até mesmo departamentos de "especialistas de marketing"; outras desapareceram. Sente-se numa encruzilhada.

Ao reflectir sobre o seu percurso profissional e a sua história de vida, vai juntando as peças de um puzzle, compreendendo como as experiências anteriores que adquiriu em diferentes áreas o prepararam para mudar de rumo, ainda que para uma profissão totalmente diferente das que desempenhou anteriormente. Basicamente, compreendeu-se a si mesmo e deu valor a si próprio ao narrar a sua história.

Ibarra afirma que "num tempo de transição tão rápida, contar uma história apelativa a colegas, chefes, amigos e família - e até mesmo a estranhos numa sala de conferências - inspira a crença nas nossas motivações, personalidade e capacidade para atingir os objectivos que estabelecemos"

A introspecção, ou auto-análise, é talvez uma das ferramentas mais importantes quando se procura uma mudança de carreira. Antes de avançarmos para uma mudança, é necessário:

Procurarmos bem dentro de nós se somos capazes de assumir claramente que gostaríamos de mudar de carreira;
Depois, a decisão sobre o tipo de mudança que se quer. Será que estamos à procura de um trabalho mais desafiante? De um salário mais elevado? Ou será que estamos à procura de algo completamente diferente?

Em terceiro lugar, temos de nos preparar mentalmente para essa mudança. Vamos mudar não só de emprego, colegas e, muitas vezes, de ordenado, mas também de rotinas diárias. O facto de se ser novo numa área, seja ela qual for, deixa-nos muito mais abertos à crítica do que em qualquer outro momento. Todas as dificuldades inerentes a um emprego novo são aumentadas pelo simples facto de estarmos na função há pouco tempo. Quando encontrarmos um equilíbrio entre todas essas mudanças e nos conseguirmos ajustar a elas, vamos ser capazes de ser bem sucedidos.

Viver com medo da mudança não é saudável

Se passar muito tempo a ler as notícias sobre os despedimentos massivos a que temos assistido recentemente, a sua saúde física e mental vai sofrer. É um desperdício de energia e de vida ter medo de mudar; aliás, É UM DESPERDÍCIO TER MEDO DE QUALQUER COISA QUE PODE, PODERIA, QUEM SABE TALVEZ ACONTECER OU NÃO! No entanto, se se concentrar em liderar a mudança, se se focar em construir, ficará surpreendido como é possível fazer acontecer aquilo que mais deseja!

(Artigo por António Jesus)

... vá... MEXE-TE!

FAZER NETWORKING É IMPORTANTE...

FAZER NETWORKING É IMPORTANTE...
FAZER NETWORKING É IMPORTANTE...

Para quem ainda não está familiarizado com esta buzzword, networking é uma palavra que significa a capacidade para criar, desenvolver e manter redes sociais. E por redes sociais entendemos, neste contexto, como pessoas a sério, não tecnologias Internet; estamos a falar do grupo de pessoas que conhece e a quem seria capaz de se dirigir e propor uma oportunidade de fazer negócio, convidar para um evento ou simplesmente trocar algumas ideias sobre determinado assunto.

Qualquer gestor conhece bem o poder do networking e sabe como é tão importante, não só para expandir novas oportunidades de negócio como também para o desenvolvimento da sua própria carreira. No entanto, a maior parte dos gestores sabe que devia ver o networking como parte integrante do seu trabalho mas não o faz. Manter as redes sociais vivas é um pouco como tratar de um jardim: é necessária uma atenção permanente.

É, todavia, surpreendente que tantos gestores se recusem a fazê-lo de uma forma dinâmica. Simplesmente detestam a ideia de entrarem numa sala cheia de estranhos, fogem de eventos sociais onde se reúnem dezenas de potenciais clientes ou empregadores.
No mercado de trabalho de hoje em dia, o networking é essencial para se conseguir uma boa colocação. Cerca de dois terços das novas oportunidades de emprego surgem através de uma forma ou outra de contacto pessoal, e esta proporção é tanto maior quanto mais elevada fôr a responsabilidade do cargo em questão. É pela confiança na pessoa que vai desempenhar a função e das provas que já se foi capaz de dar no mercado que se consegue chegar a um cargo de Direcção ou Administração.

Então por que é que tantas pessoas à procura de emprego continuam, teimosamente, a esquecer o networking?

O networking é um processo sistemático de estabelecer e manter relações para procurar informações e recursos de modo a atingir objectivos específicos. O seu propósito consiste na criação de relações e interacções a longo prazo e não tanto de ligações curtas e rápidas, do tipo "olá - adeus". Serve para aceder a todo o tipo de informação e a uma grande variedade de recursos de modo a concretizar objectivos profissionais individuais e até mesmo objectivos de uma equipa ou de um grupo de trabalho.

Algumas pessoas têm uma opinião negativa sobre o networking. Essas pessoas vêm-no como uma actividade egoísta que dá ênfase à ideia "Para que é que esta pessoa me serve?" No entanto, o networking sensato serve não só para atingir objectivos pessoais, mas também tem de dar resposta ao seguinte:

"Como é que posso ajudar esta pessoa ou esta equipa? O que é que eu posso dar? A que tipo de informação tenho acesso? Que tipo de apoio posso dar?"

O segredo é a reciprocidade. Trata-se de conseguir o que se precisa para se atingir objectivos ou cumprir um trabalho de forma eficaz ao mesmo tempo que se dá aos outros aquilo de que precisam de forma a atingirem os seus objectivos ou cumprirem o trabalho de forma eficaz.

1. A ferramenta mais poderosa para desenvolver activamente a sua rede social consiste em dar. Ninguém pode ambicionar a desenvolver uma rede grande e poderosa sem tomar primeiro a iniciativa. Aceder a pequenos pedidos de ajuda, agradecer a iniciativa que outros membros da rede tomaram, contactar espontaneamente outros membros e oferecer-se para os ajudar são os primeiros passos. Dar, sempre;

2. Igualmente importante é ser capaz de pedir. Quando se precisa de algo de alguém, pede-se simplesmente. Se a outra pessoa não acede, vai certamente explicar-lhe porque não o pode ajudar, ou pede-lhe algo em troca e inicia-se um processo de negociação. Muitas vezes não conseguimos o que queremos porque não temos a humildade suficiente para pedir.

3. Por fim, comunique! Fale sobre as suas ideias! Não existe melhor forma para as tornar mais claras na sua própria mente. E ao falar da Primeira ideia pode surgir a Segunda ideia - que até pode partir de outra pessoa qualquer - e essa ideia pode ser ainda melhor. Além disso, quando partilha, os outros também vão partilhar e fica-se com uma sensação de apoio mútuo.

(artigo escrito por António Jesus)

LIBERTA-TE DOS TEUS MEDOS…

LIBERTA-TE DOS TEUS MEDOS…
LIBERTA-TE DOS TEUS MEDOS…


Quem tem medo? Todos! Falar em público, tocar em aranhas, andar de avião, etc... O segredo para ultrapassar os teus receios é mesmo enfrentá-los!


Todos temos a capacidade de sentir medo. O medo mais comum surge da necessidade de adaptação das pessoas ao desconhecido. Outras vezes, gera-se devido à possibilidade de rejeição/aceitação. Ou nasce do desconhecimento, como no caso de quem tem medo de andar de avião que, por vezes, desconhece por completo o seu sistema de funcionamento e não sabe que a probabilidade de este cair é mínima.

Todos estes processos são normais! Mas se sentes que os teus receios se traduzem num estado de nervos e que limitam o teu dia-a-dia, que existem certas coisas que te bloqueiam e te impedem de agir normalmente, talvez necessites de aprender a pôr-lhe um travão.

Como?
1- Muda a tua forma de pensar e de actuar. Sê mais flexível.
2- Analisa o que faz surgir o medo e de onde vem o receio. Assim, poderás enfrentá-lo mais facilmente.
3- Conhece a tua própria forma de processar informação: o que pensas sobre o mundo, sobre os outros e sobre ti. Estes pensamentos condicionam o teu estado de espírito e a tua conduta. Tenta identificar os pensamentos que te inibem e verifica se são racionais e válidos. Substitui os que não são.
4- Se a situação está realmente descontrolada e se a ansiedade tomou conta de ti, procura um psicólogo. Tenta perceber, juntamente com ele, quais são os teus medos e dúvidas.

A verdade é que tudo pode acontecer, inclusive NADA!

… vá… MEXE-TE! Evolui!

COMO GERIR A CARREIRA EM MOMENTOS DE CRISE?

COMO GERIR A CARREIRA EM MOMENTOS DE CRISE?
E COMO GERIR A CARREIRA EM MOMENTOS DE CRISE?

Algumas mudanças fundamentais estão a acontecer todos os dias com grande impacto na gestão das carreiras de milhões de profissionais em todo o Mundo. Soube por exemplo, que a Sony vai despedir oito mil pessoas, seguindo um plano de reestruturação da empresa que visa atenuar os efeitos da crise mundial. A Toyota e a Tyco anunciaram também paragens de produção significativas, entre muitas outras notícias do género que têm sido publicadas nos principais jornais de economia. Tenho a noção que estas empresas têm os melhores gestores e os melhores profissionais do Mundo, mas como é que se pode sobreviver num ambiente destes?

Despedir pessoas é uma medida dura e acredito que nenhum gestor responsável goste de a tomar, mas normalmente tem um impacto rápido na redução de custos das empresas, permitindo salvar algumas da falência certa. Muitas vezes, os despedimentos em massa evitam as falências em massa - são uma decisão de gestão à qual nenhum gestor responsável deveria fugir. No entanto, ao despedirem pessoas desta forma, não estão os gestores também a desfazerem-se do seu principal meio de produção?

Então, crise financeira ou capital humano?

Que não hajam dúvidas, o capital humano é mais importante do que o capital financeiro. São as pessoas que detêm os principais meios de produção: ideias, emoções, conhecimento e experiência. Em qualquer empresa moderna, seja uma software house, uma sociedade de advogados, uma agência de publicidade, uma fábrica ou um banco, 70 a 80 por cento do trabalho realizado é intelectual. Hoje, todas as empresas concordam que a inovação é o principal factor de competitividade e que o cérebro humano, o computador mais evoluído do mundo, não é propriedade dos sócios nem dos fundos de investimento.

Claro que em Portugal, os grandes interesses económicos internos e externos ao país, vieram baralhar isto tudo, e isto pode significar mais risco para uns e mais oportunidades para outros.

No estudo da Global Entrepreneurship Monitor sobre empreendedorismo (ver o relatório a que nos referimos aqui) verificamos que são os países mais pobres os que têm a maior a percentagem da população activa envolvida em actividades empreendedoras. Países como o Perú, as Filipinas, Colômbia, Jamaica e Indonésia estão no topo dos países com mais empreendedores do Mundo. A principal razão? A falta de oportunidades de emprego satisfatórias. Mas curiosamente, no outro extremo, o dos países mais ricos, também vemos taxas de empreendedorismo elevadas: Noruega, Estados Unidos e Islândia. Neste caso, os empreendedores querem aproveitar oportunidades de mercado.

Em Portugal, temos de decidir rapidamente sobre qual dos pontos nos podemos encontrar. A taxa de empreendedorismo é relativamente elevada (ver um relatório do INE sobre este assunto aqui) e quer seja pela falta de alternativas, quer seja pela melhoria da situação financeira e da realização pessoal, estar preparado para começar uma nova actividade é imprescindível. Iremos com certeza ver o nascimento de novas empresas como forma de responder ao desemprego e à insatisfação laboral.

Recibos verdes são precariedade ou liberdade?

Não posso estar mais contra a ideia dos falsos prestadores de serviços e acho mesmo que são um dos maiores problemas que temos para resolver. Por falsos prestadores de serviços entendo aqueles profissionais que colaboram com uma determinada organização e que não têm formalmente um contrato de trabalho, mas que na realidade são colaboradores como todos os outros dessa organização. É uma situação injusta quando a comparamos estes profissionais com aqueles que têm um contrato de trabalho, porque normalmente os trabalhadores independentes fazem mais contribuições para a Segurança Social e têm menos protecção contra o desemprego, baixa, etc. É um assunto que tem sido muito debatido e é certo que brevemente ocorrerão alterações à lei para tentar evitar este tipo de situações.

Mas, os profissionais independentes têm a oportunidade para diversificar a sua actividade, reduzindo o risco de desemprego. Ou seja, podem mais facilmente trabalhar para várias organizações (clientes) e negociar horários flexíveis. Podem aprender mais com a diversidade de experiências e dedicarem-se à sua própria formação.

Criar uma base de clientes pode ser extremamente difícil nos tempos que correm - falo por experiência própria - mas uma vez conseguindo-a, tem-se muito mais segurança no seu trabalho do que em qualquer outro emprego. Se prestar serviços a dez empresas diferentes, qual é a probabilidade de as dez prescindirem da sua colaboração de um momento para o outro? Parece-me menor do que a probabilidade de integrar as fileiras da Sony...

O sistema fiscal criou um regime simplificado para os empresários em nome individual e para os profissionais liberais que, dentro de algumas condições, não o obrigam a manter contabilidade organizada (embora seja possível optar por tal) e ainda assim permitem deduzir 80 e 30 por cento respectivamente do seu volume de facturação. É um regime que me parece suficientemente justo e que a partir de um determinado nível de facturação anual é mesmo mais eficaz do que a tributação de rendimentos do trabalho dependente.

Estabilidade ou estagnação?

Um dos maiores mitos da gestão de carreiras dos nossos tempos é o da estabilidade. Talvez por medo, vejo tantas pessoas a abdicarem dos seus sonhos e do seu talento em troca de um emprego perto de casa ou de um emprego que não lhes proporciona qualquer desafio às suas capacidades intelectuais ou à sua criatividade. As pessoas agarram-se ao que lhes parece mais seguro, ao mito do emprego para toda a vida, só para descobrirem que a estabilidade não existe.

A estagnação sim, existe e não há nada mais perigoso do que passar dez anos a repetir-se a si mesmo, dia após dia. Quando, por algum motivo, se vir obrigado a mudar de ambiente ou a ter que desempenhar uma profissão diferente da que estava habituado, percebe que a experiência que acumulou pode afinal não valer tanto como imaginava. Isso vai acontecer, inevitavelmente.

Como se lida com isto? Parece-me muito mais saudável (viável?) um estilo de gestão que desafia os seus colaboradores a saírem das suas "zonas de conforto", a arriscarem e a experimentarem novas aptidões, como fazem algumas multinacionais como a Google, a 3M e a Sonae porque dá aos seus colaboradores a grande vantagem de se manterem sempre "empregáveis" e nunca se aborrecerem.

(artigo de Ana Serafim)

Como gerir a tua carreira em tempo de crise? Desenvolve-te, adapta-te constantemente à mudança e ao teu mercado e torna-te indispensável à tua empresa! Age sempre, como se esse teu lugar fosse a tua empresa e sê empreendedor, visionário e conquistador de resultados. Fixa, já não há empregos para toda a vida, mas podes ser sempre tu na linha da frente! Por isso o Marketing Pessoal é tão relevante nos dias que correm!

QUAL O PERFIL QUE O MERCADO BUSCA?

Ontem publiquei um artigo - COMPORTAMENTO PROFISSIONAL DENTRO DA EMPRESA - que levou a que me tivessem mandado algumas questões que achei relevantes partilhar com todos:

- a primeira, então qual o perfil comportamental procurado pelo mercado de trabalho?

- a segunda, como gerir a carreira em momento de crise?

E, já sabes que o TU à la mode está cá sempre para ajudar. Por isso, fiz, então, um levantamento interessante...


Então, QUAL O PERFIL QUE O MERCADO BUSCA?


Esta é a pergunta que se fazem os profissionais, tanto gestores de negócios que buscam colaboradores e profissionais de RH, como também aqueles que buscam emprego, ou seja, os mais interessados em descobrir resposta para tais questões: qual é o perfil que está em alta? O que as empresas querem?


Bem, a resposta pode ser simples ou complexa, dependendo do ponto de vista. É simples na racionalização. O mercado busca perfis de pessoas que produzam resultados. Ponto final.

Entretanto essa simplicidade, ou melhor, essa "obviedade" esconde uma complexidade paradoxal. Porquê? Porque é preciso detalhar o que é considerado resultado, como ele pode ser avaliado e que tipo de pessoa tem perfil para exercer as tarefas que levarão a esse resultado.

Cada função requer perfil ou competências comportamentais próprias, além, é claro, das competências técnicas, que são relativamente fáceis de identificar. A complexidade maior está nas competências comportamentais, pois estas representam cerca de 70% das variáveis que irão determinar o sucesso do indivíduo na função. É muita coisa para arriscar uma contratação ou promoção errada, não é mesmo?

Como determinar o perfil adequado para um cargo? Existem tecnologias de Análise de Perfil Pessoal (PPA – Personal Profile Analysis) disponíveis que permitem desenhar o perfil comportamental desejado. Muitas empresas já utilizam essa tecnologia, que traz grandes benefícios em termos de desempenho e retenção de talentos nas empresas.

Entretanto, algumas dificuldades no processo seletivo podem ser notadas. Por exemplo, alguns tipos de perfil podem rarear no mercado, porque todas as empresas os querem. Usualmente, perfis com características de alta dominância, como foco em resultados, competitividade, alta influência, comunicação, flexibilidade, ritmo e adaptabilidade são frequentemente solicitados e não há candidatos em número suficiente com essas características. Assim, muitas vezes são contratadas pessoas com perfis diferentes. O resultado: desempenhos sofríveis e até medíocres!

Uma solução é estares preparado e desenvolveres as competências que o teu emprego ou aqueles que ambicionas, exige. Outra, está nas prórpias empresas desenvolverem essas características nas pessoas que já estão na organização. A ideia é trabalhar as máscaras profissionais, ou seja, os comportamentos que os indivíduos ostentam em seu ambiente de trabalho. Não se trata aqui de mudar a personalidade, mas de compreender as necessidades de mudança e adequação, de modo a fazê-los aceitar essas mudanças e mesmo buscá-las, uma vez que isso irá impactar positivamente na sua vida profissional. E, convenhamos, todos estamos interessados em melhorar as nossas carreiras.

Esse processo poderá ser sustentado por coaching, por exemplo, que irá impulsionar o indivíduo para efetivamente praticar as mudanças comportamentais descritas e um processo ponderado e planeado a 360º.

Estamos em crise e por isso cada vez mais se torna relevante o conceito de se trabalhar as máscaras profissionais dos indivíduos, exatamente em função de que encontrar os talentos já talhados como precisamos é cada vez e em tempo necessário. O talento normalmente é sinónimo de desempenho, competitividade.

Assim, se as empresas não conseguirem encontrar o talento que querem no mercado, a saída é desenvolver os talentos que têm dentro da empresa, e/ou contratar pessoas que já as possuam de outras empresas e que possam integrar rapidamente...

(artigo desenvolvido com a ajuda de Edson Rodriguez, um especialista em gestão comportamental e profissional)

COMPORTAMENTO PROFISSIONAL DENTRO DA EMPRESA…


COMPORTAMENTO PROFISSIONAL DENTRO DA EMPRESA…

Há diferenças de temperamento e comportamento entre os colaboradores podem tanto enriquecer como prejudicar a empresa. A boa notícia é que tudo isso pode ser trabalhado!

Toda empresa tem colaboradores com comportamentos distintos: o expansivo e brincalhão, que costuma ganhar a simpatia de todos; o mais acomodado, sempre levando as piores broncas; o líder natural, focado em resultados e objetivos; o calado e introspectivo, às vezes surpreendente na execução de determinadas tarefas. Enfim, inúmeros tipos de personalidades que, quando combinadas, podem fazer maravilhas pelos resultados e lucros de uma empresa ou simplesmente arruiná-la.

Na opinião do escritor, economista e terapeuta comportamental, Jamil Albuquerque, a maneira como a 'combinação' de temperamentos dos funcionários influi nos resultados da empresa e no clima organizacional é, pelo menos, e em parte, do chefe. "Cada gestor tem que saber como estimular as virtudes e minimizar os vícios comportamentais dos seus colaboradores. Quem está no comando precisa desenvolver a arte de lidar com pessoas difíceis; as melhores atitudes são acolher, corrigir e apoiar", afirma. Os profissionais, por outro lado, devem atentar para a moderação dentro do ambiente de trabalho, sob pena de prejudicar a própria carreira.

Jamil explica que os excessos decorrentes dos vícios podem resultar em atitudes consideradas 'gravíssimas'. "A falta do senso de equipa, preconceitos, não saber se comunicar, não se enquadrar nas normas da empresa, o pessimismo, ou o excesso de reclamações; tudo isto traz implicações negativas, tanto para a empresa quanto para o profissional", diz.

Virtudes
Para superar as falhas comportamentais, as virtudes podem e devem ser trabalhadas tanto pelos gestores quanto pelos próprios profissionais. Jamil acredita que entre as qualidades e habilidades procuradas no temperamento profissional estão a visão, inspiração, assertividade, planeamento, comunicatividade e percepção de sustentabilidade, atributos que não são exclusivos de apenas um tipo de comportamento e podem ser abordados de diferentes maneiras por diferentes pessoas.

Como as pessoas podem lidar com isso? Como minimizar as falhas e maximizar as boas características do temperamento? A resposta para essa pergunta, conforme Jamil, foi dada 400 a.C. pelo filósofo Sócrates. "Conhecer a si mesmo é a chave para moldar o comportamento; existem traços imutáveis no comportamento, mas também há traços mutáveis, que podem ser construídos ao longo da vida", indica.

Nove tipos
Para Jamil, existem nove tipos de comportamentos ou modelos de temperamentos profissionais. Cada qual conta com suas virtudes e vícios, de modo que não há um comportamento melhor ou pior. Confira:

1. Perfeccionista (ou geométrico) – Costumam atuar nas áreas financeiras ou contábeis das empresas. Geralmente são metódicos, porém intransigentes e maniqueístas, tendendo a não se preocupar com os resultados da empresa no geral, apenas com os próprios resultados;

2. Prestativo – Carismáticos e voluntariosos, geralmente ocupam cargos que envolvam contato com pessoas, como vendas e RH. Por se preocuparem demais com os outros, podem esquecer de si mesmos e desenvolverem um orgulho em demasia, por se acharem bem intencionados e solícitos;

3. Bem-sucedido (ou focado em resultados) – São considerados exemplos de dedicação, eficiência e realização profissional, mas o excesso de vaidade pode torná-los frios e manipuladores. São facilmente reconhecidos em atividades como advocacia, administração e consultoria;

4. Emocional (ou romântico) – Pessoas com essa linha de comportamento tendem a ser sensíveis, criativos e autênticos, mas podem se tornar críticas, invejosas ou mesmo irónicas por causa do idealismo exarcebado. Têm mais afinidade com áreas que exigem senso artístico e compreensão, como decoração, psicologia ou jornalismo;

5. Observador (ou introspectivo) – São equilibrados, racionais e analíticos, não gostam de estar dentro dos acontecimentos, preferindo ficar 'de fora', observando e analisando. Engenharia, Tecnologia da Informação e áreas relacionadas à pesquisa são as preferidas;

6. Questionador – As suas melhores características são a lealdade e o comprometimento; costumam ser precavidos e cautelosos, mas podem se tornar legalistas, ansiosos e desconfiados, avessos a mudanças. São hábeis na percepção de riscos, qualidade que os torna comuns em cargos de gerência;

7. Sonhador – Geralmente são criativos, otimistas e bons de improvisação, o que representa uma grande vantagem em tempos de crise; mas costumam ser livres de regras e horários, não se dão bem com o 'relógio de ponto'. Gostam de variar e detestam atividades mecânicas e repetitivas. São mais ligados às áreas que exigem mais ideias do que compromisso, como marketing e publicidade;

8. Confrontador – O tipo mais ligado à liderança. Pessoas com essa linha de comportamento são realizadoras e objetivas; mas quando o ego é insuflado por conta dos resultados, tendem a se tornar verdadeiros déspotas dentro da empresa, autoritários e intimidadores;

9. Preservacionista (ou indolente) – Ou às vezes chamado injustamente de 'preguiçoso'. É o tipo mais adaptável, pode exercer funções variadas dentro da empresa e aprender outras atividades sem protestar. Seu temperamento calmo e sereno o transforma num ótimo mediador, muitas vezes cedendo aos interesses dos outros e abdicando dos seus. Podem ser apáticos e proteladores, preferindo se afastar de desafios que pressuponham atritos e assumir a postura de 'o que decidirem para mim está bom'.*

E, então, quais são os comportamentos mais desagradáveis no mundo corporativo:

1 - Concorrência de mercado desleal – o primeiro comportamento altamente desagradável no mundo corporativo é a tentativa de autopromoção por meio mecanismos injustos. Exemplo dessa postura é se aproveitar de uma amizade interna com um gestor para que suas ideias tenham prioridade em algum projeto. Utilizar sua equipe como ferramenta de autopromoção também é visto como uma atitude antiprofissional e facilmente identificável.

2 - Recusa em aceitar desafios - as empresas são dinâmicas, o mercado exige pessoas competentes, interessadas e voltadas para resultados. Nesse sentido, desafios serão constantemente propostos e não aceitá-los é confirmar que você não tem interesse no sucesso da empresa. Bazzola lembra que o pensamento ‘eu não fui contratado e não ganho para isso’ nem sempre é válido. Fazer parte de um projeto novo, mesmo que tenha de trabalhar mais, sem que haja inicialmente um retorno financeiro, pode trazer muitas outras recompensas, sobretudo no que diz respeito ao aprendizado e à experiência.

3 - Denegrir colegas de trabalho – ponto inquestionável, quando o assunto é comportamento desagradável no mundo corporativo. Falar mal de colegas de trabalho tem implicações tão profundas que pode até motivar acusações de assédio moral. Denegrir a imagem de outros colaboradores mostra imaturidade e comportamento antiprofissinal, comenta Bazzola.

4 – Individualismo – existem dois tipos de individualistas: aqueles que são assim, pois têm problemas em dividir tarefas, ou seja, não desenvolveram tal competência, e aqueles que adotam esse tipo de postura para 'se mostrar', anunciando em todas as oportunidades que ele é o "faz tudo", que só ele tem capacidade etc. No primeiro caso, a solução é simples: desenvolva a habilidade de trabalhar em equipe. No segundo caso, é preciso que o profissional entenda que a empresa está voltada para resultados e não para os empregados. Ou seja, é preciso que haja velocidade e o individualista sempre pode travar os processos, então, por mais que você seja capaz de fazer tudo, sua individualidade em excesso vai sempre ser um ponto negativo.

5 - Falta de humildade – o problema da falta de humildade dentro de uma equipe é que esse tipo de atitude geralmente cria conflitos e causa desmotivação.

6 - Ser intolerante e inflexível – esse comportamento mostra que você não sabe receber críticas. De acordo com Bazzola, “profissionais intolerantes sabem que estão errados, mas mesmo assim não estão dispostos a mudar”. Lembre-se de que esse não é o tipo de profissional que as empresas querem.

7 - Não assumir suas falhas - quando um problema ocorre e um projeto, por exemplo, não sai conforme o esperado, todos sabem exatamente onde foi o problema. Tendo isso em mente, não assumir suas falhas, pensando em não abalar sua imagem, não vai ajudar em nada. A atitude profissional nesse caso é assumir as falhas e sugerir formas de reverter os danos, assim, o colaborador mostra que está aberto.

8 - Expor assuntos confidenciais da empresa – mal intencionado ou simplesmente por falar demais, expor assuntos confidenciais sempre pode colocar o profissional em uma péssima situação dentro da empresa. Se a estratégia for adotar esse tipo de comportamento para conseguir um espaço ou uma oportunidade no concorrente, saiba que a própria empresa interessada em suas informações não vai avaliá-lo como um profissional.

9 - Não valorizar contribuições de colegas - muitos profissionais simplesmente desconsideram a opinião e as ideias dos demais colegas. Isso novamente gera desmotivação, justamente o que as empresas não querem. Mesmo que uma sugestão exposta não seja do seu agrado, há formas e formas de expressar sua opinião. Portanto, tenha sempre cuidado ao falar e, antes de rejeitar algo, mostre que teve a preocupação de analisar a ideia.

10 - Não ter pontualidade na entrega de compromissos – as empresas contam com seus profissionais e com a entrega dos seus trabalhos. Atrasar-se para uma reunião ou deixar de entregar trabalhos, cuja entrega você já havia confirmado, mostra claro descaso com suas obrigações e também pode dar sinais de incompetência.

Hoje em dia há muitos factores externos, mas atenta que o comportamento inadequado é o motivo que mais leva à demissão de um colaborador! Trabalha o teu!

(artigo por Eber Freitas)

Como alcançar os objectivos? Elabora o teu plano de acção (estratégia de Marketing Pessoal)


Como alcançar os objectivos? 


Aqui ajudamos-te a elaborar o teu plano de acção ou a criar uma estratégia de Marketing Pessoal.


Temos vindo a falar de vários pormenores de Marketing Pessoal, hoje digo-te, define acções especificas direccionadas para cada objectivo e essa é a etapa complementar do teu plano de marketing pessoal. É importante atribuir tempos a cada acção e estabelecer prazos como forma de organização. 



Vê então como podes, de forma prática e objectiva, efectuar a organização de metas, objectivos pessoais e seus respectivos timings:

Target (alvo) - Quando atingido identifica que o objectivo foi alcançado
Controle - Monitorização de um objectivo.
Timming - Período estabelecido para a realização de objectivos.
Acções - Iniciativas a realizar com o fim de atingir o objectivo.

Todas estas etapas devem ser incluídas neste plano de Marketing Pessoal como acções e deverão ter prazos estipulados dentro do período para conclusão do objectivo. A seguir é apresentado um quadro como exemplo de um plano, com todos os objectivos relacionados a uma meta:

.Metas
Ser reconhecido como uma referência em marketing pessoal no circulo profissional e de amizades

.Objectivos
Fazer pós-graduação em marketing pessoal. Alvo: Diploma de conclusão de curso

.Controle
Class. Curso

.Timming
Ago. 2011

.Acções
- Procurar um curso reconhecido no mercado- Efectuar a matricula
- Criar rotinas de estudo mínimo 3 horas dia
- Concluir as disciplinas no tempo normal do curso
- Destacar-se pela participação regular nas aulas e conseguir os melhores resultados e classificações da turma



Não existe certo ou errado no planeamento pessoal. O que é importante é a prática, a sensibilidade e a obtenção de resultados, que se adquire com o passar do tempo. Além disso, todas as etapas para elaboração do plano, bem como o quadro de acompanhamento de objectivos e metas podem (e devem) ser revistas e redireccionadas periodicamente, a fim de se ajustarem a novas situações.

Fazer o controle de resultados e rever e redireccionar as metas, além de ser persistente é uma atitude fundamental para atingir os seus objectivos definidos no plano de Marketing Pessoal.

No final de todo este processo, e de acordo com os resultados obtidos e o sucesso alcançado nas suas metas, a sua realização pessoal e profissional, é fundamental e inequívoca.

Assim, os resultados que ainda não foram conseguidos podem então estar mais próximos com o acumular da experiência, o que leva à conquista de uma nova visão estratégica. E estamos sempre a criar de novos objectivos, quando atingimos o anterior.


Dúvidas? Se tiveres perguntas, é só contactares-me que eu te ajudo! mas vá... MEXE-TE!

OPTIMISMO EM NOME DA SAÚDE MENTAL…

OPTIMISMO EM NOME DA SAÚDE MENTAL…
OPTIMISMO EM NOME DA SAÚDE MENTAL…*

Há vantagens saudáveis em sorrir!
Pessoas bem-dispostas que encaram a vida com optimismo e que dificilmente se deixam dominar pelo stress podem viver mais anos. Esta é a conclusão de um estudo científico realizado no Instituto Karolinska, na Suécia, que mostrou que estas pessoas apresentam baixos níveis de cortisol.

Esta hormona, desencadeada pelo stress «se permanecer durante um período longo de tempo no cérebro pode ter efeitos nefastos», revela a psicóloga clínica Carina Lobato Faria.

«Nós precisamos da activação desta hormona no dia-a-dia para responder aos problemas do quotidiano, no entanto, quando a hormona passa a estar presente permanentemente pode ser prejudicial», esclarece a psicóloga, especialista em neuropsicologia, explicando que «é quando não conseguimos gerir os estados de stress e ansiedade que se constata a actividade prolongada do cortisol que, a longo prazo, pode causar «alterações nas capacidades cognitivas como a concentração e memorização, alterações de sono, instabilidade de humor, problemas músculo-esqueléticos e doenças psicossomáticas como o colesterol elevado e a depressão».

As dicas da especialista

«Os problemas fazem parte da vida, se nunca os ignorar e acreditar que tem capacidade real para os resolver, os níveis de stress e ansiedade vão estar mais controlados e sentir-se-á mais tranquila, confiante e optimista», assegura a psicóloga Carina Lobato Faria. Por isso aconselha:

- Encare os problemas e procure soluções
Evitar um problema ou adiar uma solução é um erro. É importante que se consciencialize de que tem um problema e que este tem de ser resolvido. Para isso, não pode deixar-se levar pelas emoções.

- Invista nas relações afectivas de qualidade
Este suporte afectivo ajuda a ultrapassar as adversidades.

- Evite situações de tensão
Procure fazer uma reorganização das suas tarefas diárias, por exemplo.

- Festeje a vida
Saia, vá apanhar sol e passear…

- Aprenda a controlar o stress
O stress pode ser evitado através de técnicas de relaxamento, como o yoga, a meditação ou as massagens...

A eterna juventude

Sentir-se 10 anos mais novo do que realmente é também poderá contribuir para o aumento da sua longevidade. As pessoas que mantêm o sentimento de juventude têm maior probabilidade de viver durante mais anos.

«Este sentimento está directamente relacionado com o optimismo, a auto-estima e a motivação, factores que ajudam a reduzir o stress, estimulam o sistema imunitário e diminuem o risco de desenvolver doenças», revela a psicoterapeuta Cristina Verde.

«As pessoas com uma idade já mais avançada que têm a capacidade de se integrar e de se identificar com as gerações mais novas, geralmente, são pessoas com uma forte auto estima, que procuram manter um estilo de vida saudável, e as opções que fazem, no dia-a-dia, vão obviamente reflectir-se no seu estado de saúde», explica a psicoterapeuta, especialista em psicogerontologia.

As dicas da especialista

- Aceite a novidade e experimente as chamadas coisas do mundo moderno, como a internet, por exemplo.

- Mantenha o sentimento de pertença bem presente. Para isso, é importante que continue a investir nas suas relações sociais e familiares.

- Procure estimular as capacidades intelectuais através de actividades como a leitura ou a escrita.

- Sinta-se sempre útil, quer seja pelas tarefas que realiza no dia-a-dia, quer seja pela sabedoria que adquiriu ao longo da vida.

- Nunca se esqueça de cuidar de si. Mantenha um estilo de vida saudável e invista em cuidados estéticos.

- Lembre-se do que já fez. O sentimento de realização é fundamental. Procure alimentar o sentimento de que deixou alguma coisa feita no seu percurso de vida.
As novas tecnologias

Usar as novas tecnologias também pode dar-lhe mais anos de vida.

Aprender a usar ferramentas online como o facebook ou o skype ajuda a manter o cérebro saudável e jovem.

A psicoterapeuta Cristina Verde refere que «além do estímulo intelectual, as ferramentas sociais evitam o isolamento ao permitirem o contacto entre amigos e familiares». Estas têm ainda outra vantagem, como faz questão de sublinhar.

«Para muitos idosos, usar as novas tecnologias pode significar uma vitória porque apercebem-se que conseguem entender algo que não fazia parte da sua realidade», uma percepção que favorece emoções positivas como a auto-estima e o sentimento de utilidade e pertença.

As dicas da especialista

- O estímulo intelectual não é importante apenas quando se atinge a meia-idade. Privilegie as actividades que exigem ginástica mental ao longo da vida.

- Nas idades mais avançadas, as próprias actividades da rotina diária poderão ser suficientes para manter a actividade cerebral, como conversar, ver televisão ou ler o jornal. O importante é não deixar de fazer as coisas!

- Não se deixe dominar pela solidão, mantenha a sua rede de contactos e participe em actividades ou jogos de grupo com os seus amigos.



*Artigo de Sofia Cardoso com Carina Lobato Faria (psicóloga clínica e especialista em neuropsicologia) e Cristina Verde (psicoterapeuta e especialista em psicogerontologia)