"Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda simplicidade, de dentro para fora, de cada um para todos..."

O QUE NUNCA DEVEMOS MUDAR EM NÓS...

O QUE NUNCA DEVEMOS MUDAR EM NÓS...
O QUE NUNCA DEVEMOS MUDAR EM NÓS...

Toda a gente nos diz que estamos em tempo de mudança. É verdade. E podemos mudar de tudo: de clube, de visual, de religião, de casa, de sentimentos e de vida, de opinião, de alimentação e de gel de banho, de carro e de planos, de partido, de marido, e até de nome. Podemos mudar quem somos, e podemos mesmo mudar quem fomos. Mas há aspetos da nossa vida onde talvez não convenha mexer muito:

OS OUTROS

É a primeira coisa que não se deve mudar, não porque não se queira, não porque, muitas vezes, não fosse desejável, mas simplesmente porque os outros não mudam ou não mudam só porque nós queremos. Se já está a pensar ter uma conversa do tipo ‘ai ó Zé Manel, tu é que podias aproveitar esta época de mudança para aprenderes a ser mais arrumadinho e a passear o cão todas as noites’, esqueça. Ainda você vai a meio e já o Zé Manel desligou e está a pensar no resultado do último jogo Setubalense-Carcavelinhos. Portanto, não podemos mudar os outros. E aceitar que não podemos, sempre é uma frustração a menos na vida.

O QUE ESTÁ BEM

É verdade que às vezes é difícil distinguir o que está bem, sendo que parece estar tudo mal, ou, na melhor das hipóteses, mais ou menos, mas não caia na armadilha de desatar a deitar tudo fora porque estamos em tempo de mudança. Há coisas que importa manter, sim, nem sempre se evolui só porque se muda. Portanto, antes de deitar fora a camisola vermelha, bater a porta ao chefe, ou trocar de carro, pense se está mesmo a pensar pela sua cabeça ou pelos que dizem que deve mudar. Siga o sábio conselho de Lincoln: “Nunca se deve mudar de cavalo a meio do rio.”

O QUE NOS CONFORTA

Desde que não magoe ninguém e principalmente se não nos magoar a nós mesmos, toda a gente tem direito aos seus aconchegos, como diriam os brasileiros. Lugar-comum: temos de sair da zona de conforto. Primeiro, quem diz que temos? Segundo, quem diz que temos de sair da zona de conforto geralmente são os que estão bem aconchegados na sua e não tencionam de maneira nenhuma arrancar-se de lá. Em terceiro, sair da zona de conforto não implica necessariamente desatar a correr e nunca mais voltar. Aliás, quanto mais se sai da zona de conforto, mais precisamos de manter alguns dos velhos confortos familiares para onde regressar. Por isso, não deixe todos os vícios ao mesmo tempo. E cuidado com os lugares-comuns.

DE DEFEITOS

Antes éramos ligeiramente psicóticas e obcecadas com ladrões e com baratas, chateávamos o marido para não deixar os copos na mesa de apoio, as crianças para fazerem os trabalhos e a sogra porque não tem nada que se meter na nossa vida. Agora somos angustiadas, impacientes e acreditamos no fim do mundo (até acreditamos que já aconteceu e ninguém deu por nada, ou mesmo que acontece todos os dias). Enfim, mudar de defeitos sempre serve para não cair na rotina, mas a ideia era ficar ligeiramente melhor e não ligeiramente na mesma...

DE ALICERCES

Cada pessoa tem os seus pilares, aquilo que nos faz acordar todas as manhãs e não voltar para a cama. O que é que nos anima? A família, a melhor amiga, o cão? O sol, o chocolate, o Facebook? O trabalho, as almofadas, um banho quente? Namorar, experimentar uma receita nova, apanhar ar e respirar fundo, falar com o nosso sobrinho preferido? A possibilidade de fazer alguém feliz? O simples sentimento de que somos capazes de aguentar tudo, com uma pequena ajuda dos amigos? Mesmo com a crise nos calcanhares, há tantas maneiras de continuar a ser feliz!

O QUE OS OUTROS QUEREM

Devias ser mais prática, mais magra e mais arranjada. Devias ser menos egoísta, distraída e tímida. Hmmm. Sério? Pois se calhar até devíamos. Acontece que quem manda na nossa vida somos nós. Agradeça os ‘conselhos’ (até pode ser útil tentar seguir algum, nunca se sabe o que podemos aprender com os nossos inimigos), mas mantenha as rédeas da carroça. Enfim, não é uma imagem glamourosa mas ilustra bem a necessidade de estarmos aos comandos do nosso destino. Ou seja, como nos dizem os gurus do autodesenvolvimento, o verdadeiro crescimento não depende de mudarmos aquilo que somos, mas de desenvolvermos aquilo que temos de melhor.

DE ORIGINALIDADE

Fala-se muito da diferença e da necessidade de sermos todos únicos, mas o ideal da sociedade é que sejamos todos iguais, até pela velha lógica capitalista: só criando necessidades iguais se pode vender em massa. De qualquer maneira, com ou sem lógica capitalista, é aquilo que nos distingue que nos torna valiosos. Por isso, continue a acarinhar as suas diferenças: desenvolva os seus dotes, deixe de se vestir para agradar aos outros, passe menos tempo a pensar naquilo que os outros pensam e mais concentrada nas suas emoções, e desenvolva a capacidade de pensar pela sua cabeça (o que é diferente de remar sempre contra a maré).

O QUE NÃO PODEMOS

Pois, esta é óbvia... Como diziam os nossos sábios antepassados, o que não tem remédio remediado está. O que os mestres zen nos dizem é que, se não podemos mudar o que de facto não podemos, pelo menos podemos mudar a nossa forma de olhar para as coisas. Se não for mestre zen, parece dar demasiado trabalho para ser verdade, além de nos parecer ligeiramente perigoso. Mas podemos pelo menos tentar duas coisas: uma, mudar de sonho. Duas, mudar de atitude. Imagine que quer ser a maior cantora que jamais existiu. Se ficar deitada na cama a sonhar, é pouco provável que se torne sequer a maior pessoa a ter feito uma cama. Temos de começar por algum lado. Se já começou e já percebeu que nunca, por mais que treine, há de ser a maior cantora do mundo, que tal sonhar um sonho mais realista? Às vezes, tudo passa por ir à volta do calhau...

ARTIGO POR CATARINA FONSECA

O PODER DA MENTE...

O PODER DA MENTE...
O PODER DA MENTE...

Artigo por Cristina Belo


A ideia de que a mente domina tudo e a racionalidade lidera o caminho da realização e bem-estar é obsoleta. Hoje fala-se, sim, do poder da consciência. Como se conquista é matéria de uma vida que vale a pena ser vivida.

Já se apercebeu, com certeza, que há pessoas altamente intelectualizadas mas analfabetas emocionalmente. Serão felizes? Sentir-se-ão realizadas? Focar-se num objetivo e cumpri-lo pode ser muito gratificante, mas isso não significa que nos dê qualidade de vida, nem satisfação em várias áreas. O poder da consciência nasce precisamente da capacidade de integrar pensamento, sentimento e ação. Esse é o verdadeiro ciclo virtuoso dos atos de poder, assente no autoconhecimento e no desenvolvimento pessoal. Alcançar a consciência pura é conquistar o conhecimento do que somos e não apenas do temos.

Era uma vez Eu...

Um dos conceitos recorrentes de um processo psicoterapêutico é a importância de cada um conhecer e cuidar a sua própria história porque se assim não for estará condenado a repeti-la e a repetição não gera novidade nem desenvolvimento. Maria del Mar Cervantes, diretora do Centro de Psicoterapia Somática em Biossíntese, esclarece que é um longo caminho: “Levamos a vida inteira a descobrir-nos e na realidade não chegamos a lugar algum. Mas o que importa não é onde se vai, mas como e com quem se vai. Por isso, se quero ir rápido, vou sozinha, mas se quero chegar longe, vou acompanhada.” A boa notícia, segundo os budistas, é que o ser humano está programado para ser feliz. A má notícia é que o processo de desenvolvimento demora tempo. Mas a paciência e perseverança aceleram a força da mente.

Luz e sombra

Persistir é a chave. Implica desbravar o lado oculto que todas as pessoas têm e por norma escondem. É fundamental lidar com as emoções básicas (tristeza, medo, alegria, surpresa, nojo e raiva), identificá-las e assumi-las. “Em Biossíntese, defendemos a inclusão de cada uma das emoções para que o corpo se autorregule”, explica a psicóloga clínica e psicoterapeuta, “porque evitar o contacto leva a um bloqueio e, muitas vezes, a uma implosão da emoção que não é observada.” Daí que se diga que 80% das doenças são psicossomáticas, ou seja, são provocadas pelos pensamentos do doente. De resto, está comprovado que a cada emoção corresponde um órgão e o corpo ressente-se da forma como reagimos ou não aos estímulos externos. Por isso, temos de cuidar bem dele. Segundo Maria del Mar, quando há sintonia entre a alma, as emoções e o corpo, é lógico que flua muito mais energia; percebe-se uma luz que enche uma sala e basta olhar para a pessoa para sentir que está bem e exerce um magnetismo nos outros. É urgente estimular e irradiar estas ondas! É vital entrar numa espiral ascendente de autoconsciência e evolução.

Treinar a mentalização

O poder da mentalização está muito inexplorado, mas o seu potencial é enorme. Tudo o que queremos alcançar é, antes de mais, fruto do pensamento e quanto maior for a consciência do que pensamos, maior será a realização e a mudança. Carla Ferraz, instrutora de SwáSthya Yôga e formadora do Método DeRose, enuncia algumas práticas diárias para um progressivo domínio da mente:

Ao acordar e sem sair da cama, mentalize apenas um objetivo que irá executar nesse dia e prontifique-se a fazê-lo
Debaixo do chuveiro, receba a água como uma cascata purificadora, eliminando toxinas, emoções pesadas e maus humores, para desfrutar em pleno do dia
Durante uma refeição, mentalize os benefícios do alimento que ingerir, deguste com prazer e sinta a ação subtil na reposição de energias e nutrientes
O dia bombardeia-nos com milhares de dispersões mentais. Direcione o foco para o que pretende, regresse à imagem mental da sua prioridade
Antes de se deitar, sente-se de pernas cruzadas, de forma confortável, as mãos sobre o colo, uma sobre a outra em concha, e durante 5 minutos reveja mentalmente o seu dia, projetando as imagens do que realizou, das pessoas que encontrou, dos momentos felizes de realização e bem-estar
Comprometa-se a dedicar diariamente 5 minutos de balanço e mentalização, contemplando o imenso privilégio de mais um dia pleno!

COMO NOS TORNARMOS MAIS FELIZES?

COMO NOS TORNARMOS MAIS FELIZES?
A felicidade corresponde ao bom aproveitamento da vida, também chamado de "bem-estar subjectivo" ou "satisfação com a vida". Uma vida agradável nem sempre é a vida mais feliz, pois é bom viver com desafios e objectivos que nos façam manter motivados e activos.

A maioria das pessoas quer ser feliz. Felicidade foi classificada como a coisa mais importante na vida numa pesquisa mundial entre estudantes universitários. A felicidade é também desejável por outras razões. Várias investigações têm mostrado que melhora o comportamento social e alonga a vida. A felicidade é também um sinal de que as necessidades humanas estão a ser devidamente atendidas.

Dado que a felicidade é algo muito valioso, é importante considerar também os factores que nos fazem felizes e como podemos trabalhar para aumentar a felicidade individual, nacional e global. Dentro dos últimos anos temos vindo a assistir a uma maior consciência sobre a pesquisa da felicidade no cenário científico e em debates comunitários graças a pesquisas empíricas sobre a felicidade. A quantidade de artigos publicados sobre a felicidade tem vindo a aumentar constantemente. Vários milhares de artigos académicos têm estudado o assunto e os resultados da pesquisa sobre a felicidade têm sido publicados em revistas proeminentes como a Science e a Nature. Dito isto, o nosso conhecimento sobre os factores que se correlacionam com a felicidade das pessoas tem vindo a aumentar.

Mas então como nos tornamos mais felizes?

Uma das conclusões mais importantes retiradas da investigação sobre a felicidade é que existem muitas variáveis que desempenham um papel importante na felicidade das pessoas. Tanto a personalidade, como o nível de vida, ou as actividades e factores culturais têm provado ser factores significativos. Abaixo segue um breve resumo dos factores mais importantes. É importante considerar que quase todos estes estudos foram realizados em países ocidentais. Dito isto, os resultados não podem ser confiavelmente generalizados a todos os países e culturas.
Personalidade / traços psicológicos
A investigação tem dado uma ideia bastante clara que nos países desenvolvidos, os factores psicológicos - especialmente a nossa personalidade - são de longe os factores que mais influenciam a nossa felicidade. A nossa personalidade afecta o modo como sentimos, pensamos e agimos no mundo.
Existem dois tipos de personalidade que se têm demonstrado como particularmente propícios para a felicidade: a estabilidade emocional e a extroversão. As pessoas emocionalmente estáveis estão raramente preocupadas, pois elas são optimistas e se recuperam rapidamente de experiências negativas.
Quanto às pessoas extrovertidas, elas tendem a ser sociáveis, entusiasmadas e motivadas. Todas essas características têm demonstrado ter um forte efeito positivo sobre a satisfação de vida e o bem-estar. Os indivíduos que se consideram particularmente bondosos e focados também tendem a ser ligeiramente mais felizes do que a média. Em muitos estudos, foi demonstrado que a variação entre pessoas de categorias diferentes de personalidade tem uma forte correlação genética. 40 a 50% das variações de personalidade são geneticamente determinadas.
Contudo, embora a personalidade tenha essa componente congénita, existem estudos que demonstram que a nossa personalidade pode mudar ao longo da vida. Por exemplo, as mulheres tendem a tornar se mais estáveis emocionalmente há medida que vão envelhecendo.

Saúde
Muitos estudos demonstram uma forte ligação entre a saúde geral subjectiva e a felicidade. Alguns cientistas concluíram que a saúde é o segundo maior factor na determinação da felicidade, depois de personalidade. No entanto, as medidas subjectivas relacionadas com a saúde são fortemente influenciadas pelo quão optimistas ou quão pessimistas somos, e não reflectem totalmente o nosso estado de saúde "objectivo". Tem-se demostrado que as pessoas se adaptam facilmente às doenças e deficiências físicas que normalmente não tenham um impacto sobre a saúde mental.

Sexo e idade
As relações entre idade e felicidade são, em geral, fracas. Alguns estudos sugerem que as pessoas são um pouco mais felizes à medida que envelhecem. Pelo menos, até aos 70 anos de idade.
Os homens e as mulheres tendem a ser igualmente satisfeitos com sua vida na maioria dos países. Em alguns estudos, o bem-estar médio das mulheres é inferior ao masculino. As mulheres, em média, experimentam sentimentos negativos e sintomas de depressão mais frequentemente. Outros estudos sugeriram que a susceptibilidade das mulheres à depressão não pode ser explicada pelo seu histórico socioeconómico.
Talvez a diferença possa ser explicada pelas diferenças biológicas inerentes aos sexos, ou então pelas diferenças nos papéis socialmente construídos para os homens e para as mulheres. Nenhuma destas hipóteses foi confirmada ainda.

Condições de vida
Algumas investigações demonstram que, dentro de um determinado país, o nível de vida afecta 10-15% da variação entre a felicidade das pessoas. À primeira, essa percentagem pode parecer surpreendentemente baixa. Todavia, existem muitas razões pelas quais este factor possa desempenhar um papel tão pequeno. Uma delas é que a maioria das pessoas nos países desenvolvidos alcançaram um nível básico de recursos materiais para além do qual, a adição de mais recursos tem menor impacto. Segundo a teoria de Maslow, outra razão prende-se ao facto de nos países desenvolvidos, a necessidade hierárquica passar a ser bastante mais relevante - outras necessidades, como por exemplo, a auto-realização, tornam-se mais proeminentes quando as necessidades materiais e sociais são cumpridas. Outra razão apresentada explica-se pelo facto que quando o nosso nível de vida aumenta, aquilo que consideramos ser um nível de vida aceitável também aumenta.
A investigação sobre como os diferentes eventos afectam a nossa felicidade mostra que esse tipo de adaptação é muito comum. No entanto, outra razão é que as pessoas em circunstâncias mais "afortunadas" tendem a não gastar o seu tempo em actividades tão satisfatórias como os menos afortunados. Nos EUA, por exemplo, as pessoas com rendimentos elevados tendem a gastar mais tempo com trabalho e com deslocamento para o trabalho do que aqueles que ganham menos. Para ambos os grupos, o deslocamento e o trabalho estão associados com um bem-estar reduzido.

Elementos socioeconómicos
De todos os factores socioeconómicos, o desemprego tem claramente um efeito negativo sobre a felicidade. Isso leva a uma satisfação de vida menor e não envolve nenhum tipo de selectividade. O efeito negativo não é necessariamente devido ao menor rendimento dos desempregados, e parece estar mais ligado à falta de uma rede social, à autoconfiança, e ao sentimento do significado de ter uma determinada função. É possível que o efeito negativo seja menos pronunciado para o bem-estar do que para a satisfação de vida. Um exemplo é que as pessoas não levam em conta apenas a forma como elas estão satisfeitas quando elas valorizam a sua vida, levando também em conta as normas e expectativas sociais. Uma pesquisa encontrou uma forte ligação negativa entre desemprego e satisfação de vida em regiões onde as pessoas tendem a ter uma forte ética de trabalho.
As pessoas com rendimentos elevados parecem ser mais felizes do que pessoas com rendimentos diminuídos. No entanto, a ligação tende a enfraquecer na escala superior de rendimento. Tal aspecto correlaciona se muito bem com a teoria sobre diminuir a necessidade marginal. A conexão entre o rendimento monetário e a felicidade é mais forte para a satisfação de vida do que para o bem-estar. Tal como acontece com o desemprego, uma explicação razoável é que as nossas condições materiais, bem como a nossa saúde, afectam a maneira como estamos satisfeitos com nossas vidas, não apenas o quão felizes nos sentimos. Assim, será que um maior rendimento causa mais felicidade, ou a felicidade é que nos faz ganhar maiores rendimentos? A conexão entre felicidade e rendimento aplica-se nos dois sentidos. Num estudo longitudinal, os investigadores descobriram que as pessoas que eram mais felizes no início da vida obtiveram maiores rendimentos mais tarde na vida. O efeito do rendimento provavelmente também depende da forma como está a ser gasta. Um grande estudo americano não encontrou qualquer relação significativa entre o consumo pessoal e a felicidade. No entanto, os gastos com amigos e com a caridade tiveram um efeito positivo.
E relativamente à conexão entre educação e felicidade? Na maioria dos países existe uma correlação entre felicidade e nosso nível de educação. No entanto, a correlação é geralmente fraca, e depende muitas vezes das pessoas com um elevado nível de formação terem também um rendimento elevado.

Relações sociais
As relações sociais desempenham um papel importante na nossa felicidade. Num estudo com pessoas muito felizes, os pesquisadores Seligman e Diener descobriram que as boas relações sociais eram a coisa mais importante para elas. O nosso bem-estar aumenta quando passamos o tempo com os amigos - tanto pessoas introvertidas como extrovertidas ganham quantidades iguais de bem-estar nas actividades sociais.
As relações amorosas também são importantes. Por exemplo, os casados tendem a ser mais felizes do que os solteiros. No entanto, uma parte desta ligação pode basear-se num efeito de selecção. As pessoas felizes são mais propensas a encontrar um parceiro romântico e a construir uma relação satisfatória.

Actividades de lazer
As pessoas que são activas durante o seu tempo livre tendem a ser mais felizes do que pessoas que gastam o seu tempo livre de forma passiva. Para além das actividades sociais mencionadas acima, as pessoas que se envolvem com caridade são mais felizes do que a média. Por outro lado, as pessoas que passam muito tempo a assistir à televisão tendem a ser menos felizes do que a média. O exercício físico, relações sociais e sexo também têm maiores benefícios imediatos sobre a nossa felicidade do que actividades passivas como assistir televisão.

TU sabes a receita… vá… MEXE-TE!

Bons sonhos...




Bons sonhos...

"Os sonhos não determinam o lugar em que você vai estar, mas produzem a força necessária para tirá-lo do lugar em que está."

Augusto Cury