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| EM BUSCA DA FELICIDADE |
Ir ao cinema, comer num restaurante, ir a uma festa… Todos são motivados pelo desejo de ser feliz. Às vezes, o filme não é interessante, a comida não é boa e a festa é chata. Noutros momentos, o filme é óptimo, a comida é fabuloso e a festa é maravilhosa. Em ambos os casos, a busca continua.
Se a actividade for agradável, pode haver uma sensação de felicidade e, então, essa actividade é procurada novamente para repetir essa sensação agradável.
Quem não sonha com umas férias em algum lugar fascinante, um carro novo, uma casa nova ou o companheiro ideal? Todos sonhamos acordados e alguns ainda tentam fazer de seus sonhos uma realidade. E porquê? Para ser feliz.
E as pessoas que põem em perigo a si mesmos, escalando montanhas íngremes, entrando em cavernas inexploradas ou mergulhando nas profundezas do oceano? Eles também estão à procura dos poucos momentos de felicidade e de êxtase.
Esta lista é interminável. É o factor felicidade que dita o comportamento de cada um e de todos. É procurado em muitos aspectos e formas. Às vezes, porém, ele é procurado de uma forma egoísta e até pode ferir outras pessoas.
É claro que a felicidade é sempre o motivo, mas nem sempre a felicidade é o resultado. De acordo com algumas tradições espirituais, a parte espiritual está sempre feliz, ou melhor, é a própria felicidade. O corpo esconde esta essência felicidade, mas ele está lá o tempo todo. Há um desejo constante de estar cientes desta felicidade. E, por isso, estamos sempre á procura.
Independentemente da actividade que procuramos, no momento em que a felicidade se expreime, algo acontece - a emoção de chegar ao cume de uma montanha alta, de comer um delicioso bolo ou de ganhar o Euromilhões, há um elemento comum, no auge da felicidade, há uma paralisação do processo de pensamento. Há um silêncio interior, e preocupações desaparecem. É um momento de paz.
Nesse momento de paz, sentimo-nos felizes. Dá-se algo interno e totalmente independente do mundo exterior.
A felicidade está sempre aqui, mas encoberta por pensamentos, desejos e medos. E apenas nos apercebemos delas em breves instante. Mas se conseguirmos controlar o medo e a preocupação ou se conseguirmos alcançar um desejo ambicionado, há desaparecer temporário desses pensamentos, a paragem do ego e da personalidade e há uma grande satisfação e felicidade interior.
Para isto acontecer numa base diária, TU tens que aprender a aquietar a mente inquieta. Terás de mergulhar aí dentro. A felicidade é um atributo interior, não está nos objectos ou circunstâncias. É deste mundo, mas fora deste mundo. E quando a conseguires ter uma mente tranquila e entenderes que tens de trabalhar nas pequenas coisas, nos pequenos momentos, nas relações contigo e com os outros, perceberás que és feliz.
Estamos felizes, quando estamos a fazer progressos em direcção aos nossos objectivos
e quando os atingimos. Então, o que fazer:
Pegue um pedaço de papel e caneta.
Anote todos os objectivos ainda não atingiste.
Escolhe o que queres ser e onde queres estar na vida? - Certifique-se de que essas metas não estão em conflito um com o outro e são possíveis.
E agora tudo o que precisas de fazer é ir em direcção a esses objectivos."
(artigo original de Remez Sasson, publicado em http://www.enjoyhappiness.com/)

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