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| COMO SER FELIZ… |
Dizem os grandes entendidos que há regras e fórmulas para sermos realmente felizes. E eu sei que há principalmente uma necessidade de alterar a visão e forma como absorvemos as energias do mundo e dos outros em nós. Há uma necessidade de ver o mundo às cores em vez do sisudo preto e branco… Há a necessidade de encarar o mundo e viver o pleno de cada momento… e esse é o truque!
Reflecte, como é tua vida?
Se és como a maioria das pessoas, és feito de incontáveis pedacinhos de actividade fragmentada: exercício, trabalho, pessoas com quem convives, conversas, diversão, sono, etc.. A tudo isto adiciona as vicissitudes do dia após dia, ano após ano e terminarás com uma vida inteira dividida em milhões de fragmentos, sem nenhuma conexão. Essa fragmentação perturba a nossa paz de espírito, criando tensão e ansiedade ocultas. Com o decorrer do tempo, os fragmentos acumulam-se e começam a sufocar a alma, o interior anseia por focalizar e precisa de saber o seu propósito e direcção. As invariáveis contestações ao nosso real querer e não conseguir e ter entraves… Portanto, não é de admirar que, após quarenta ou cinquenta anos a passar por dias tão confusos e frustrantes, acordemos de repente e nos perguntemos: "É isso a vida? Serei eu realmente feliz?"
Uma vida feliz é na nossa mente sinónimo de vida significativa, e todos queremos viver vidas que tenham algum significado. Esforçamo-nos, por isso, constantemente para deixar a nossa marca na Humanidade, para contribuir com algo de valor a nosso mundo, um filho, um estudo, um desenho, uma vida, etc..
Assim, a chave para a felicidade: trata de unir o corpo e a alma
Ser feliz é ser uma pessoa completa e saudável e, para ser uma pessoa completa e saudável, o seu corpo e alma devem trabalhar em perfeita harmonia. Isto significa que se deve unir o corpo e à alma para cumprirmos a nossa missão, a missão para a qual fomos colocados na Terra: levar uma vida produtiva, significativa e virtuosa.
Mas perdemos o emprego, divorciamo-nos, brigamos com alguém especial, não estamos no ponto da nossa vida que tínhamos imaginado, blá blá blá… e aí corpo e a alma entram em constante conflito: o corpo que basicamente só procurava satisfazer as suas necessidades e a alma que só buscava transcendência. E então e agora, perguntas? O primeiro passo para lidar com este conflito é reconhecer que ele existe e estar consciente que somos a única entidade que leva à confusão e ao desespero - um dia somos virtuosos, altruístas e, no próximo, falhados e egoístas; um dia estamos motivados e, no dia seguinte, procrastinamos. A única forma é entender que está tudo na forma como encaramos as coisas. E temos de nos reconhecer como seres limitados.
A felicidade exige acção
Acorda de manhã e pensa numa coisa boa. Olha-te ao espelho e sorri para ti mesmo. Diz até “Bom dia”. Organiza o teu dia com missões. Olha o céu. Ouve uma música que te alegre. Vê novas coisas. Relativiza. Ouve alguém, mas ouve mesmo, empatiza com ela. Fala com outros, sorri-lhes, diz-lhes “Bom dia”. Arranja pequenas coisas para fazeres nos tempos livres: bicicleta, café á beira mar, lê um livro que amaste no passado ou que te transporte a outro mundo, etc.. Cria algo, desenha, cozinha, faz crochet, sei lá. Pensa coisas positivas para ti. Vê os teus filhos sorrir. Dá uma gargalhada. É por aqui…
Eu sei que isto não te resolve problemas, mas acredita que a udança de atitude é muitas vezes o que basta! E amanhã tratamos da questão do desemprego e tudo e tudo… e até de outras coisitas mais, bale?
:)
Já sabes, estou aqui para ajudar! Beijoooooo

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